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Como a China está se tornando um país referência em Blockchain

A China é o país mais populoso do mundo, segundo uma pesquisa de 2017, até o momento a pesquisa mais recente desse tipo, o país contava com 1,386 bilhão de habitantes correspondendo assim à cerca de 19% da população mundial.

Recentemente houve uma fala do presidente da China, Xi Jinping onde ele pediu ao país que aproveitasse as oportunidades relacionadas à tecnologia. Desde então o país aprovou uma lei que regulamenta o uso da blockchain, apresentou um planejamento para tomar a liderança de blockchain no mundo e agora visa expandir a sua plataforma de financiamento baseada na tecnologia.

Além disso, o portal de notícias chinês Xinhua fez algumas publicações falando sobre o bitcoin e como as criptomoedas são um “ponto de ruptura” para a economia mundial e que o próprio bitcoin é a primeira aplicação bem sucedida da blockchain. Atualmente a China é um dos países que mais investem em blockchain no mundo, tendo uma previsão de investir cerca de 2 bilhões de dólares até 2023.

Blockchain, mas sem criptomoeda

O País ainda possui uma regulamentação restritiva em relação às criptomoedas, visto que a ideia é criar uma moeda digital própria, portanto todos os esforços do país são em encontrar utilizações para a tecnologia blockchain em si, um exemplo disso são os esforços educacionais que, de acordo com o congresso chinês, estão sendo feitos em todo o país como exposições públicas para promover a criptografia entre funcionários do governo, empresas e grupos sociais.

Para quem quer entender mais sobre as possibilidades de uso da tecnologia blockchain além do setor financeiro pode ler o nosso texto “Blockchain: Existe vida fora das finanças?” onde é possível encontrar diversos usos para a tecnologia. Além disso você pode ler o texto “3 problemas que a tecnologia blockchain precisa superar para revolucionar o mercado”.